244. O Que Farei de Jesus?

Mateus 27.22

O QUE FAREI DE JESUS?

Introdução

  1. A pertinência desta pergunta nesta oportunidade se deve ao fato de que Jesus Cristo continua sendo apresentado a pessoas de quase todas as nações e povos do mundo.

1.1. Seja através de pregações, de livros, de filmes, de documentários, de programas nos meios de comunicação, da leitura do Novo Testamento, pessoas estão sendo convidadas a tomar uma decisão a respeito de Jesus Cristo.

1.2. Muitos estão dizendo que aceitam Jesus Cristo como Senhor, Salvador e Mestre. Por outro lado, vários estão declarando que Jesus Cristo não passa de um mito criado pelos religiosos para iludir os incautos. Enquanto isto, alguns estão falando que no momento não precisam de Jesus Cristo, razão pela qual estão deixando qualquer decisão para o futuro, quando surgir a necessidade.

  1. Quando Pilatos, governador da província romana da Judeia, entre 26 e 36 de nossa era, teve que decidir, ele não soube o que fazer. Ele tinha autoridade sobre questões administrativas, financeiras, militares e judiciais, mas quando chegou a hora de tomar uma decisão espiritual, teve a mais importante oportunidade de sua vida e não soube aproveitá-la. Sua esposa Cláudia se esforçou em aconselhá-lo, mas ele preferiu “lavar as mãos”.

Desenvolvimento

  1. Em vez de “lavar as mãos”, como Pilatos fez, ou adiar qualquer decisão para o futuro ou ainda rejeitar Jesus Cristo dando ouvido aos ateístas, quero lhe dar duas razões para se tornar crente nesta oportunidade.

1.1. Ele é o único que pode nos conceder salvação eterna. Pense na declaração do apóstolo Pedro em Atos 4.12: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos". Pense ainda na declaração do apóstolo Paulo em I Timóteo 2.4, 5: “Deus quer que todos os homens sejam salvos, e venham ao conhecimento da verdade. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem”. Pense ainda na afirmação de Jesus Cristo em João 14.3: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”.

1.2. Ele pagou o preço necessário para que você seja eternamente salvo. Não adiantam as boas obras, a justiça pessoal, a prática da caridade, o esforço para obedecer às leis religiosas, o cumprimento de rituais, o envolvimento com seitas, igrejas e religiões. O apóstolo Pedro esclareceu sobre o preço pago por Jesus: “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado”. Paulo apóstolo explicou mais ainda: “Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5.6,8). Jesus mesmo declarou quando morreu na cruz: “Está consumado”. Significava: “Está pago” (João 19.30). A expressão era usada para pagamento de uma dívida.

  1. A oportunidade de tomar uma decisão sempre estará sendo oferecida, como foi a Pilatos, porque essa é uma tarefa nossa. O que cabia a Deus fazer foi feito. O que era para Jesus realizar foi realizado. Agora, cabe às pessoas a você fazer uma escolha.

2.1. Aliás, essa é uma prerrogativa dos seres humanos desde o início.  Adão e Eva tiveram que decidir entre comer ou não o fruto da árvore proibida. Escolheram errado. Josué disse ao povo na terra de Canaã a quem iria servir e acrescentou que ele e sua casa iriam servir a Deus; escolheu certo. Dimas escolheu o mundo e seus prazeres; escolheu errado. A maioria das pessoas que está nesta igreja decidiu por Jesus; decidiu certo.

2.2. Por isso, a Bíblia continua orientando às pessoas depois de ouvirem sobre Jesus Cristo: “Arrependei-vos e crede no evangelho” e “Todo aquele que quer e for batizado será salvo”.

Conclusão

Na época da segunda guerra mundial, quando um capelão foi chamado para atender a um soldado prestes a morrer, ao ser perguntado no que ele acreditava, o soldado repetiu o texto de Paulo aos romanos: “Estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor”. Esta é uma declaração de quem escolhe Jesus Cristo como Senhor, Salvador e Mestre.